O limite da existência
Eis nosso destino
Subjetivo, insonso
Que nos escreve suas realezas
Questiona sua exatidão
Seu vir a ser
O destino da existência
Do homem condenado
Eis a nossa sorte
Me pergunto se somos poucos para o mundo
E se somos, então, quem é muito?
A existência e seu limite, eis a nossa morte
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